Tecnologia na Palma das Mãos ( Chips Implantados no Corpo Humano)

Tecnologia na Palma das Mãos como funcionam?

Cada pessoa que tem um circuito integrado como esse na mão deve se inscrever no website da companhia para obter número e assim conseguir efetuar o pagamento.

Stephen Ray, que trabalha como diretor de comunicação  da SJ, conhece o sistema muito bem,atualmente , ele possui um chip instalado em suas mãos.

Através de uma simples tela do celular do funcionário, da para se identificar se o mesmo tem a sua passagem comprada.

 

Um Sistema “conveniente”

RFID, é usado atualmente para prevenir roubos, também é muito utilizado em animais domésticos para rastreios, essa tecnologia supera o código de barras.

Também estão presentes na maioria dos smart devices e passaportes eletrônicos.

Nesses  últimos anos,o  uso da tecnologia em humanos ganhou ainda mais relevância. A Suécia, atualmente, lidera  essa tendência.

O assunto começou a ganhar notoriedade em 2015, quando a Epicentes, uma empresa de tecnologia baseada em Estocolmo, causou certa polêmica ao anunciar que implantaria os chips nos seus funcionários.

Com apenas as mãos, eles teriam acesso ao prédio, entrariam nas salas onde teriam acesso, usariam a máquina copiadora e pagaria o café.

“O maior benefício é a conveniência”, o Co fundador Patrick fala que em termos de benefícios, a conveniência seria sem dúvida o maior deles.

 

Na Suécia, esse caso chama ainda mais a atenção. Muitas pessoas para não falarmos milhares da nação nórdica, cerca de 3 mil, segundo relatório da AFP de maio deste ano, já implantaram o chip. É possível que o número seja ainda maior. ( Pesquisa feita até o presente momento dessa reportagem e crescendo)

“Cada vez mais pessoas na Suécia implantam o chip RFID na mão e o usam para abrir portas e até fazer pagamentos”, diz à BBC em entrevista feita por Mundo Ben Libberton, doutor em microbiologia que trabalha no laboratório MAX IV de Lund, no sul da Suécia.

 

Stephen diz que a ideia é que essa iniciativa se estenda para outras áreas e outros tipos de pagamento da vida cotidiana, como cartão de crédito.

No entanto, nem todos são a support do chip ou têm uma visão tão otimista sobre ele.

A tecnologia, acaba por trazer mais liberdade para o usuário, já que o cartão de crédito e dinheiro em espécie não se faz mais necessário

Contudo, nem tudo são flores, essa tecnologia, deixaria o seu portador, vulnerável, sem privacidade, já que tudo que é conectado na rede, passa a ser parte da rede.

Podemos imaginar até dispositivos sendo hackeados, clonados.

“À medida que esses chips são adotados em mais serviços digitais, revelarão mais dados. É ponto frágil no que diz respeito à segurança”, afirma.

“Imagina se você United States para destrancar sua casa ou acessar sua conta bancária. Temo que a conveniência permita acesso mais fácil a dados importantes.”

Outro ponto em questão, que parece absurdo em um primeiro momento mas não é, podemos pensar em um ladrão, roubando o seu carro ou sua casa e arrancando suas mãos para sacar dinheiro, ou abrir alguma cofre.

Esse tipo de situação por mais que possa parecer fictícia, tende a ocorrer.

Uma pergunta, fica pairando no ar “Os riscos serão ainda maiores quando começarem a incorporar dados biológicos nos chips. Se uma empresa sabe mais que você sobre sua própria saúde, quais serão as implicações éticas?”

 

A pequena protuberância no dorso da mão de Dave Williams tem o tamanho de grão de arroz e fica entre o polegar e o indicador.

É quase imperceptível, mas quando ele a United States para abrir a porta de sua casa, vira o centro das atenções.

O  engenheiro de software citado no programa britânico, possui um chip de silicone implantado na mão, esse circuito funciona com a tecnologia sem fio.

 

Pagar usando somente as mãos.

Os dados no chip permite que ele realize pagamentos contactless (sem contato), uma prática especialmente comum na Suécia, onde apenas 1% do valiance de todas as transações foram feitas com dinheiro.

Algumas dessas transações são feitas em trens.

A empresa SJ, é a primeira empresa do mundo a aceitar essa tecnologia. Podemos dizer que ela tem sido a pioneira no seguimento.

Quando o cobrador passa, o cliente utiliza a parte do corpo onde o chip está instalado e a validação ocorre.

 

“Uma questão de escolha”

A única informação que a empresa  SJ passa, é o número do cliente no programa de fidelização, qual o sistema utilizado e como esse processo é gerido continua ainda um mistério.

Até mesmo por uma questão de segurança, as pessoas que utilizem a tecnologia não são informadas, não que seja algum segredo, mas não tem uma lista na internet com os nomes dos usuários.

Neste exato momento a tecnologia só está sendo usado em viagem regionais, na Suécia.

Ray, acha que a tecnologia em questão nunca será obrigatório e todos terão o direito de escolher se vão querer ou não usar a mesmo em seu corpo.

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